"Talvez eu venha a envelhecer rápido demais. Mas lutarei para que cada dia tenha valido a pena.
Talvez eu sofra inúmeras desilusões no decorrer de minha vida. Mas farei que elas percam a importância diante dos gestos de amor que encontrei.
Talvez eu não tenha forças para realizar todos os meus ideais. Mas jamais irei me considerar um derrotado.
Talvez em algum instante eu sofra uma terrível queda. Mas não ficarei por muito tempo olhando para o chão.
Talvez um dia o sol deixe de brilhar. Mas então irei me banhar na chuva.
Talvez um dia eu sofra alguma injustiça. Mas jamais irei assumir o papel de vítima.
Talvez eu tenha que enfrentar alguns inimigos. Mas terei humildade para aceitar as mãos que se estenderão em minha direção.
Talvez numa dessas noites frias, eu derrame muitas lágrimas. Mas não terei vergonha por esse gesto.
Talvez eu seja enganado inúmeras vezes. Mas não deixarei de acreditar que em algum lugar alguém merece a minha confiança.
Talvez com o tempo eu perceba que cometi grandes erros. Mas não desistirei de continuar trilhando meu caminho.
Talvez com o decorrer dos anos eu perca grandes amizades. Mas irei aprender que aqueles que realmente são meus verdadeiros amigos nunca estarão perdidos.
Talvez algumas pessoas queiram o meu mal. Mas irei continuar plantando a semente da fraternidade por onde passar.
Talvez eu fique triste ao concluir que não consigo seguir o ritmo da música. Mas então, farei que a música siga o compasso dos meus passos.
Talvez eu nunca consiga enxergar um arco-íris. Mas aprenderei a desenhar um, nem que seja dentro do meu coração.
Talvez hoje eu me sinta fraco. Mas amanhã irei recomeçar, nem que seja de uma maneira diferente.
Talvez eu não aprenda todas as lições necessárias. Mas terei a consciência que os verdadeiros ensinamentos já estão gravados em minha alma.
Talvez eu me deprima por não ser capaz de saber a letra daquela música. Mas ficarei feliz com as outras capacidades que possuo.
Talvez eu não tenha motivos para grandes comemorações. Mas não deixarei de me alegrar com as pequenas conquistas.
Talvez a vontade de abandonar tudo torne-se a minha companheira. Mas ao invés de fugir, irei correr atrás do que almejo.
Talvez eu não seja exatamente quem gostaria de ser. Mas passarei a admirar quem sou. Porque no final saberei que, mesmo com incontáveis dúvidas, eu sou capaz de construir uma vida melhor.
E se ainda não me convenci disso, é porque como diz aquele ditado: "ainda não chegou o fim "Porque no final não haverá nenhum "talvez" e sim a certeza de que a minha vida valeu a pena e eu fiz o melhor que podia." - (Aristóteles Onassis)
quinta-feira, 26 de abril de 2012
TALVEZ EU SEJA ENGANADO INUMERAS VEZES - (ARISTOTELES ONASSIS)
quarta-feira, 25 de abril de 2012
RESPOSTA a REVISTA VEJA - reportagem da jornalista Roberde Abreu Lima “Aula Cronometrada”.
RESPOSTA À REVISTA VEJA
Sou professora do Estado do Paraná e fiquei indignada com a reportagem da jornalista Roberde Abreu Lima "Aula Cronometrada". É com grande pesar que vejo quão distante estão seus argumentos sobre as causas do mau desempenho escolar com as VERDADEIRAS razões que geram este panorama desalentador. Não há necessidade de cronômetros, nem de especialistas para diagnosticar as falhas da educação. Há necessidade de todos os que pensam que: "os professores é que são incapazes de atrair a atenção de alunos repletos de estímulos e inseridos na era digital" entrem numa sala de aula e observem a realidade brasileira.
Que alunos são esses "repletos de estímulos" que muitas vezes não têm o que comer em suas casas quanto mais inseridos na era digital? Em que pais de famílias oriundas da pobreza trabalham tanto que não têm como acompanhar os filhos em suas atividades escolares, e pior em orientá-los para a vida? Isso sem falar nas famílias impregnadas pelas drogas e destruídas pela ignorância e violência, causas essas que infelizmente são trazidas para dentro da maioria das escolas brasileiras.
Está na hora dos professores se rebelarem contra as acusações que lhes são impostas. Problemas da sociedade deverão ser resolvidos pela sociedade e não somente pela escola.Não gosto de comparar épocas, mas quando penso na minha infância, onde pai e mãe, tios e avós estavam presentes e onde era inadmissível faltar com o respeito aos mais velhos, quanto mais aos professores e não cumprir as obrigações fossem escolares ou simplesmente caseiras, faço comparações com os alunos de hoje "repletos de estímulos". Estímulos de quê? De passar o dia na rua, não fazer as tarefas, ficar em frente ao computador, alguns até altas horas da noite, (quando o têm), brincando no Orkut, ou o que é ainda pior envolvidos nas drogas. Sem disciplina seguem perdidos na vida.
Realmente, nada está bom. Porque o que essas crianças e jovens procuram é amor, atenção, orientação e disciplina.
Rememorando, o que tínhamos nós, os mais velhos, há uns anos atrás de estímulos? Simplesmente: responsabilidade, esperança, alegria.
Esperança que se estudássemos teríamos uma profissão, seríamos realizados na vida. Hoje os jovens constatam que se venderem drogas vão ganhar mais. Para quê o estudo? Por que numa época com tantos estímulos não vemos olhos brilhantes nos jovens? Quem, dos mais velhos, não lembra a emoção de somente brincar com os amigos, de ir aos piqueniques, subir em árvores?
E, nas aulas, havia respeito, amor pela pátria.. Cantávamos o hino nacional diariamente, tínhamos aulas "chatas" só na lousa e sabíamos ler, escrever e fazer contas com fluência.
Se não soubéssemos não iríamos para a 5ª. Série. Precisávamos passar pelo terrível, mas eficiente, exame de admissão. E tínhamos motivação para isso.
Hoje, professores "incapazes" dão aulas na lousa, levam filmes, trabalham com tecnologia, trazem livros de literatura juvenil para leitura em sala-de-aula (o que às vezes resulta em uma revolução), levam alunos à biblioteca e a outros locais educativos (benza, Deus, só os mais corajosos!) e, algumas escolas públicas onde a renda dos pais comporta, até a passeios interessantes, planejados minuciosamente, como ir ao Beto Carrero.
E, mesmo, assim, a indisciplina está presente, nada está bom. Além disso, esses mesmos professores "incapazes", elaboram atividades escolares como provas, planejamentos, correções nos fins-de-semana, tudo sem remuneração;
Todos os profissionais têm direito a um intervalo que não é cronometrado quando estão cansados. Professores têm 10 minutos de intervalo, quando têm de escolher entre ir ao banheiro ou tomar às pressas o cafezinho. Todos os profissionais têm direito ao vale alimentação, professor tem que se sujeitar a um lanchinho, pago do próprio bolso, mesmo que trabalhe 40 h.semanais. E a saúde? É a única profissão que conheço que embora apresente atestado médico tem que repor as aulas. Plano de saúde? Muito precário.
Há de se pensar, então, que são bem remunerados... Mera ilusão! Por isso, cada vez vemos menos profissionais nessa área, só permanecem os que realmente gostam de ensinar, os que estão aposentando-se e estão perplexos com as mudanças havidas no ensino nos últimos tempos e os que aguardam uma chance de "cair fora".Todos devem ter vocação para Madre Teresa de Calcutá, porque por mais que esforcem-se em ministrar boas aulas, ainda ouvem alunos chamá-los de "vaca","puta", "gordos ", "velhos" entre outras coisas. Como isso é motivante e temos ainda que ter forças para motivar. Mas, ainda não é tão grave.
Temos notícias, dia-a-dia, até de agressões a professores por alunos. Futuramente, esses mesmos alunos, talvez agridam seus pais e familiares.
Lembro de um artigo lido, na revista Veja, de Cláudio de Moura Castro, que dizia que um país sucumbe quando o grau de incivilidade de seus cidadãos ultrapassa um certo limite.
E acho que esse grau já ultrapassou. Chega de passar alunos que não merecem. Assim, nunca vão saber porque devem estudar e comportar-se na sala de aula; se passam sem estudar mesmo, diante de tantas chances, e com indisciplina... E isso é um crime! Vão passando série após série, e não sabem escrever nem fazer contas simples. Depois a sociedade os exclui, porque não passa a mão na cabeça. Ela é cruel e eles já são adultos.
Por que os alunos do Japão estudam? Por que há cronômetros? Os professores são mais capacitados? Talvez, mas o mais importante é porque há disciplina. E é isso que precisamos e não de cronômetros. Lembrando: o professor estadual só percorre sua íngreme carreira mediante cursos, capacitações que são realizadas, preferencialmente aos sábados. Portanto, a grande maioria dos professores está constantemente estudando e aprimorando-se. Em vez de cronômetros, precisamos de carteiras escolares, livros, materiais, quadras-esportivas cobertas (um luxo para a grande maioria de nossas escolas), e de lousas, sim, em melhores condições e em maior quantidade.
Existem muitos colégios nesse Brasil afora que nem cadeiras possuem para os alunos sentarem. E é essa a nossa realidade! E, precisamos, também, urgentemente de educação para que tudo que for fornecido ao aluno não seja destruído por ele mesmo Em plena era digital, os professores ainda são obrigados a preencher os tais livros de chamada, à mão: sem erros, nem borrões (ô, coisa arcaica!), e ainda assim se ouve falar em cronômetros. Francamente!!!
Passou da hora de todos abrirem os olhos e fazerem algo para evitar uma calamidade no país, futuramente. Os professores não são culpados de uma sociedade incivilizada e de banditismo, e finalmente, se os professores até agora não responderam a todas as acusações de serem despreparados e "incapazes" de prender a atenção do aluno com aulas motivadoras é porque não tiveram TEMPO.
Responder a essa reportagem custou-me metade do meu domingo, e duas turmas sem as provas corrigidas.
Vamos fazer uma corrente via internet, repasse a todos os seus! Grata.
Vamos começar uma corrente nacional que pelo menos dê aos professores respaldo legal quando um aluno o xinga, o agride... chega de ECA que não resolve nada, chega de Conselho Tutelar que só vai a favor da criança e adolescente (capazes às vezes de matar, roubar e coisas piores), chega de salário baixo, todas as profissões e pessoas passam por professores, deve ser a carreira mais bem paga do país, afinal os deputados que ganham 67% de aumento tiveram professores, até mesmo os "alfabetizados funcionais". Pelo amor de Deus somos uma classe com força!!! Somos politizados, somos cultos, não precisamos fechar escolas, fazer greves, vamos apresentar um projeto de Lei que nos ampare e valorize a profissão.
Vanessa Storrer - professora da rede Municipal de Curitiba!
(recebido por e-mail em 250412)
terça-feira, 24 de abril de 2012
mensagem 240412 - para um grande amigo
"Mas, na verdade, prouvera Deus que ele falasse e abrisse os seus lábios contra ti,
e te fizesse saber os segredos da sabedoria, que é multíplice em eficácia; pelo que sabe que Deus exige de ti menos do que merece a tua iniqüidade.
Porventura, alcançarás os caminhos de Deus ou chegarás à perfeição do Todo-Poderoso?" (Jó 11:5-7)
os segredos do que é eterno são muitos e infinitos...
não ouso discordar das múltiplas formas de pensar dadas a seres que como eu não passam de microorganismos no folego da eternidade.
amo a vida e o vivente, não porque sejam algo, porque também não o sou e portanto não creio que qualquer outro o seja.
"Não temas, ó bichinho de Jacó, povozinho de Israel; eu te ajudo, diz o SENHOR, e o teu Redentor é o Santo de Israel." (Is 41:14)
não vejo a vida válida para que aqui se venha para dar-se nomes a ruas, praças ou avenidas.
não a vejo também a que seja válida apenas para que se plante uma árvore, faça-se um filho, ou escreva-se um livro.
"E Deus os abençoou e Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra." (Gn 1:28)
vejo-a como uma maravilhosa e multiforme cornucópia de onde provém infindas maneiras de continuidade do que aqui em forma de espelho, quase se apercebe.
"Porque, agora, vemos por espelho em enigma; mas, então, veremos face a face; agora, conheço em parte, mas, então, conhecerei como também sou conhecido." (1 Co 13:12)
"Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos dos quais venhas a dizer: Não tenho neles contentamento;
antes que se escureçam o sol, e a luz, e a lua, e as estrelas, e tornem a vir as nuvens depois da chuva;
no dia em que tremerem os guardas da casa, e se curvarem os homens fortes, e cessarem os moedores, por já serem poucos, e se escurecerem os que olham pelas janelas;
e as duas portas da rua se fecharem por causa do baixo ruído da moedura, e se levantar à voz das aves, e todas as vozes do canto se baixarem;
como também quando temerem o que está no alto, e houver espantos no caminho, e florescer a amendoeira, e o gafanhoto for um peso, e perecer o apetite; porque o homem se vai à sua eterna casa, e os pranteadores andarão rodeando pela praça;
antes que se quebre a cadeia de prata, e se despedace o copo de ouro, e se despedace o cântaro junto à fonte, e se despedace a roda junto ao poço,
e o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu.
Vaidade de vaidade, diz o Pregador, tudo é vaidade." (Ec 12:1-8)
que deus te abençoe...! - (ap. ely silmar vidal - mensagem 240412 - para um grande amigo)
QRCodedomingo, 22 de abril de 2012
Quem patenteia suas invenções só no Brasil se dá mal
POLÍTICA - Quem patenteia suas invenções só no Brasil se dá mal
Há dias, o paulista Mike Krieger, 26 anos, inventor de um aplicativo – o Instagram, que produz efeitos em fotos para tablets e permite compartilhá-las na internet -, foi figura central de uma das maiores negociações já feitas na Web: vendeu seu software ao Facebook por nada menos que 1 bilhão de dólares.
Como se associara a outro empreendedor, que bancou os custos operacionais de seu invento e detinha contratualmente 90% do produto, embolsou 100 milhões de dólares, correspondentes aos dez por cento de sua participação societária, mais que suficientes para turbinar sua carreira mundial de inventor.
Já o mineiro Nélio Nicolai, 72 anos, autor, entre outros, de três aplicativos mundialmente consagrados - o Bina (rebatizado pelas operadoras de telefonia de "identificador de chamadas", para driblar a patente); o Salto (sinalização sonora que indica, numa ligação, que outra aguarda na linha); e o SMS Transações Bancárias -, luta há mais de 30 anos contra os que usurparam seus inventos e os comercializam mundialmente sem sua autorização.
O que diferencia o destino de Krieger do de Nélio? Simples: Krieger patenteou seu aplicativo nos Estados Unidos, para onde se transferiu aos 18 anos, enquanto Nélio registrou o seu no Brasil, onde permanece (mora em Brasília).
Nos Estados Unidos, direito autoral é coisa sagrada, que ninguém ousa violar.
No Brasil, muito pelo contrário...
O aplicativo de Krieger foi adquirido pelo Facebook, que temia sua crescente popularidade e inevitável concorrência. Se preferiu comprá-lo a pirateá-lo, não foi por bom mocismo, mas por uma razão simples: seria judicialmente condenado se agisse de outra forma. Ciente disso, nem cogitou de uma transgressão.
Já os usuários dos aplicativos de Nélio – as operadoras multinacionais de telefonia – não hesitaram em optar pela pirataria, e por uma razão também simples, exatamente inversa à do Facebook.
Aqui, afinal, é a terra do Capitão Gancho, onde pirataria dá certo. Então, por que pagar o autor?
Cada país tem sua lógica. Talvez por isso (talvez coisa nenhuma!), o Brasil responda hoje por apenas 0,1% da produção mundial de patentes. E essa minoria abnegada configura o que o presidente da Academia Brasileira de Ciências, Jacob Palis, define como "alguns raros heróis que se aventuram por aí, sem contar com infraestrutura, nem estímulos concretos".
Embora as patentes de Nélio estejam registradas no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) desde 1979, cumprindo todos os requisitos legais, jamais lhe foi pago um só centavo.
Os diversos governos, desde então - do regime militar à redemocratização -, jamais se sensibilizaram com a situação, embora o país perca bilhões de dólares anuais em royalties e transferência de tecnologia.
Se patente não significa nada, por que não fechar então o INPI?
O Bina e o Salto são serviços cobrados pelas companhias telefônicas em todo o mundo. Em São Paulo, por exemplo, a identificação de chamadas custa a cada assinante R$ 12,70 ou US$ 6.
Nélio, solitariamente, enfrenta há anos esses gigantes, comprometendo saúde e patrimônio pessoal. O que ouve de gente do governo e de advogados das operadoras é sempre depreciativo. Chamam-no de louco, visionário e, pasmem, ambicioso.
Pior: uma das infratoras, a multinacional Ericsson, responsável pela maioria das centrais eletrônicas no Brasil, teve a caradura de impetrar processo no Tribunal Federal da 2ª Região do Rio de Janeiro, pedindo nulidade da patente brasileira. Nada menos.
Se não conseguiu a nulidade, operou uma proeza: transformou a vítima em réu. A Justiça proibiu Nélio de utilizar o próprio invento, enquanto não houver a sentença final, mas, enquanto isso, a ré pode continuar a usá-lo. Lógica interessante.
Ignorado no Brasil, Nélio coleciona títulos no exterior. Entre outros, uma comenda que, em qualquer parte do mundo, seria o tiro de misericórdia nas pretensões judiciais dos que lhe usurparam o invento: um diploma do World Intellectual Property Organization (WIPO), reconhecendo e recomendando suas patentes.
Se o Instagram – de uso gratuito e interesse restrito a uma parcela dos usuários das redes sociais -, vale 1 bilhão de dólares, quanto vale o Bina, usado (e cobrado) em todo o mundo?
Somente no Brasil, há hoje 250 milhões de usuários de celular (fora os de telefonia fixa) com o serviço Bina, que garantem faturamento mensal de 3 bilhões de reais às operadoras. Quanto o país perde com isso? Quantos PACs poderiam estar sendo financiados? Quantas escolas e hospitais? Perguntem ao governo federal, ao Judiciário e às operadoras.
Ruy Fabiano é jornalista - (recebido por e-mail em 210412)
QRCodesexta-feira, 20 de abril de 2012
Portabilidade de crédito ou troca de banco com renegociação de dívida
Desde 2006, consumidor pode transferir sua dívida de um banco para outro mais vantajoso. Entretanto a grande maioria da população desconhece este direito.
Muitos consumidores não sabem, mas da mesma forma que tem direito a portabilidade numérica – trocar sua operadora de celular e continuar com o mesmo número de telefone - também tem direito à portabilidade de crédito, ou seja, podem transferir sua dívida de um banco para outro que apresente melhores condições de prazos e juros.
A portabilidade de crédito, prevista pela Resolução 3.401/2006 do Banco Central do Brasil, permite que o consumidor que tenha um empréstimo ou financiamento em uma instituição financeira pesquise por melhores condições de pagamento, e, se desejar transfira sua dívida para outra instituição. A nova instituição por sua vez, depois de negociar as disposições contratuais com o cliente, deve quitar o empréstimo no banco anterior.
A coordenadora do Procon-PR, Claudia Silvano, salienta que além da taxa de juros, é preciso que o consumidor também preste atenção quanto ao número de parcelas ao transferir a dívida. "Não adianta o consumidor transferir seu empréstimo para outro banco se o número de parcelas for maior. Ele só estará aumentando sua dívida" explica.
Já para portabilidade de crédito imobiliário, é importante que o consumidor fique atento também aos custos com a documentação no cartório e a vistoria do imóvel, o que faz com que a operação nem sempre seja vantajosa.
Outra vantagem da portabilidade de crédito é que ao realizar a transferência não há cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). "O IOF só será cobrado caso o consumidor solicite mais dinheiro ao banco para o qual fez a transferência, e somente sobre o valor adicional ao crédito" esclarece Claudia.
http://www.procon.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=223&tit=Voce-conhece-a-Portabilidade-de-Credito
FUNDAMENTOS DO JORNALISMO INDEPENDENTE - (Por Reinaldo Azevedo)
FUNDAMENTOS DO JORNALISMO INDEPENDENTE. OU: FIQUEM ATENTOS! OS LOBOS ESTÃO VESTINDO PELE DE CORDEIRO PARA DAR UM GOLPE NAS INSTITUIÇÕES - 20/04/2012 às 7:07
Está criada a CPI do Cachoeira. Que investigue tudo, tendo como norte a defesa do interesse público e a preservação do patrimônio que pertence a todos os brasileiros, cotidianamente dilapidado por larápios! No Brasil, boa parte do trabalho de depuração da política, distinguindo os maus dos bons, tem sido feito pela imprensa séria, responsável, que não se subordina a nenhum outro interesse que não a defesa dos valores democráticos, consolidados na Constituição e em códigos infraconstitucionais. Estes não são estanques e preveem rituais para a sua própria mudança, que precisam ser cumpridos.
Um país não consolida seus avanços econômicos e sociais fora das regras do estado de direito. Leio que brasileiros de diversas partes do país já pensam em se mobilizar para cobrar que o STF julgue, finalmente, os mensaleiros. É o caminho! E igual mobilização deve ser feita para que esta nova CPI seja instrumento de justiça dos homens de bem — a esmagadora maioria dos brasileiros que trabalham e se esforçam para ter uma vida digna — contra as quadrilhas organizadas para assaltar os cofres públicos. É preciso deixar claro que o país repudia que a CPI seja palco de chicanas e de mesquinhas vinganças partidárias, como alguns anunciam por aí.
Este é o primeiro texto de uma série que pretendo fazer pondo, como se diz por aí, os pingos nos "is". Fiquem atentos! Lobos estão vestindo pele de cordeiro para tentar dar um golpe nas instituições. Este é o primeiro texto de uma série, em que pretendo debater algumas questões que dizem respeito à imprensa e à sua missão. O mal não seduziria ninguém se exibisse a sua cara horrível. Se a imagem a muitos pareceu demasiado religiosa, então recorro a outra mais ao gosto laico, de apelo histórico. Os dois grandes totalitarismos do século passado, o comunismo e os vários fascismos, só se impuseram porque foram bem-sucedidos na trapaça, no engodo, da manipulação dos sentimentos de justiça de amplas camadas da população, que não percebiam que estavam tendo solapados seus direitos, suas liberdades, seus anseios.
Não por acaso, a primeira providência tomada pelos tiranos dos dois modelos, uma vez no poder, foi censurar a imprensa, acusá-la de manipulação, de estar a serviço ou dos "inimigos do estado" ou dos "inimigos do partido". Já publiquei aqui um post com o discurso de Goebbels no primeiro grande comício nazista, realizado no dia 10 de fevereiro de 1933, depois de Hitler ter-se tornado chanceler da Alemanha. Seu principal alvo era a "imprensa dos judeus insolentes". O resto da história é conhecida.
Criminosos das mais variadas estirpes, das quadrilhas as mais diversas, muitas vezes inimigas entre si porque suas fontes financiadoras também são adversárias, se unem hoje numa espécie de conjuração contra a imprensa livre — ou o que se chamava antigamente "grande imprensa". Financiadas ora pelo poder público, ora por estatais, ora por gângsteres, alimentam o sonho vão de destruir a reputação do jornalismo independente para que possam, então, como direi?, "dividir Chicago" em zonas de influência. Mas não vão! Porque haverá sempre, sim, a grande imprensa no meio do caminho, para obstar a ambição de chicaneiros, de bucaneiros, de mafiosos. Vamos lá.
Jornalismo não é ciência exata, mas é uma ciência moral e ética
Nestes dias, muito por conta da mobilização dessas quadrilhas, o jornalismo tem sido alvo de questionamentos. E começo hoje a escrever uma série de textos para demonstrar, como sabem as pessoas que estudam a área, que jornalismo não é uma ciência exata, mas pode ser uma ciência moral e ética no sentido de que reúne um conjunto de saberes e de experiências que indicam escolhas: estamos sempre, ou deveríamos estar, respondendo em que mundo queremos viver e com quais valores, tendo como instrumento a verdade dos fatos e como norte a defesa do interesse público.
As fontes, as barganhas, a madre e o corrupto
Um jornalista que se preza — e é assim na VEJA, por exemplo — sabe que a INDEPENDÊNCIA é seu maior valor. Por isso não aceita qualquer barganha editorial com as fontes em troca de informações. Em nosso cotidiano, sempre avaliamos as informações que recebemos das fontes tendo como único metro o já referido interesse público.
Informações não caem de árvores, não circulam no vento, não se materializam do nada. O jornalismo, especialmente o investigativo, se alimenta de fontes. Um jornalista, é assim na VEJA e em qualquer outro veículo sério, sempre deixa claro que não está estabelecendo com essas fontes uma relação de troca. Elas não terão nenhum privilégio ao fornecer uma informação que interessa ao conjunto da população — a não ser, quando solicitada, a garantia do sigilo, UM PRINCÍPIO CONSTITUCIONAL.
Interesse das fontes
Um leitor me perguntou, de boníssima fé: "Reinaldo, mas essas fontes não têm sempre algum interesse quando passam uma informação?" COMO SABE TODO JORNALISTA, desinteressadas elas nunca são! Madre Teresa de Calcutá, quando atendia jornalistas, queria ver suas obras de caridade celebradas nas páginas de jornais e revistas e nas telas das televisões. No extremo oposto no espectro das intenções, um corrupto que passa informações quer se vingar de outro corrupto ou espera atrapalhar o negócio do concorrente com o governo. Qual deve ser o papel do jornalista?
Nos dois casos, ele precisa ter noção exata da intenção da fonte e usar a informação se a sua publicação servir mais ao interesse público do que ao do próprio informante. Um criminoso que revele, na cadeia, um plano para assassinar o presidente da República é possuidor de uma informação de interesse público. Segundo o mecanismo da delação premiada, por exemplo, ele pode ter sua pena atenuada ao contribuir para impedir um crime ainda pior do que o cometido por ele próprio. Nesse caso, estamos diante de uma situação em que a informação é de qualidade, embora o informante não! A síntese que, parece-me, serve de ensinamento aos repórteres é esta: maus cidadãos podem ser portadores de boas informações!
Como alguém chega a ser fonte? E o bê-á-bá
Olhem, minhas caras, meus caros, o que estou expondo aqui é o bê-á-bá do jornalismo que se leva a sério. La no mundo da esgotosfera a soldo, as coisas certamente transitam por outros caminhos. Sigamos. Leitores indagam também como alguém chega a ser fonte e quem escolhe quem: o jornalista escolhe a fonte ou o contrário?
O informante quer, obviamente, maximizar os efeitos da informação que lhe interessa ver publicada. O mais provável, então, é que tente passá-la para um jornalista que tenha credibilidade e trabalhe em um veículo de grande circulação. A tarefa do jornalista é distinguir:
a) se a informação é verdadeira;
b) se a informação é relevante e de interesse público;
c) se a publicação ajudará a diminuir o raio de ações dos corruptos, incluindo o próprio informante.
Avaliados esses três quesitos, a informação pode ser levada a sério, a despeito, reitero, da estatura moral do informante. Nem sempre a fonte escolhe o jornalista. Muitas vezes, como resultado de uma apuração, o repórter se vê diante de uma pessoa que acaba se tornando sua fonte — ou seja, esta acaba conhecendo o jornalista porque foi procurada por ele. Às vezes, ela escolhe, sim, o veículo e o repórter. Para isso, vale-se muitas vezes do trabalho de assessores de imprensa. Não há uma regra, mas, seguramente, passa pela credibilidade do veículo e do profissional. No caso da VEJA, porque esta é uma orientação claríssima, essa fonte fica sabendo imediatamente que sua história será ouvida sem compromisso de publicação. E que, caso publicada (atendidos aqueles requisitos), seu nome poderá ser mantido em sigilo.
Jornalista não é nem amigo nem juiz das fontes. Ou: Dos cuidados
Nunca se esqueçam: o norte do jornalismo é o interesse público. Cuidados são necessários. E o principal é ter consciência dos objetivos do informante. Essa análise vai ser da maior relevância no momento de decidir, ATENÇÃO!!!, se aquele interesse público supera o subproduto indesejável, mas inevitável, de publicar informação que interessa à fonte. Por isso, o jornalista nunca deve confundir fonte com amizade. Não pode aceitar presentes, convites para viagens ou quaisquer outros agrados materiais.
A qualidade moral da fonte, infelizmente, não qualifica, necessariamente, a informação. Um criminoso pode ter sido testemunha de um outro crime, e seu depoimento pode ajudar a desbaratar uma quadrilha perigosa. Não se pode desprezar, por princípio, o que ele tem a dizer. É preciso ouvir, analisar, pesar, checar, contextualizar. Fazendo uma caricatura, observo que um economista respeitado pode estar tecnicamente equivocado sobre algum fenômeno ou pode ainda estar a serviço de algum grande interesse econômico ou comercial. Ambos valem, enfim, pelo teor, qualidade e grau de interesse da informação verdadeira de que são detentores.
O papa e o corrupto
Há muitas coisas, minhas caras, meus caros, a tratar nessa área. De certo modo, exponho aqui o que é curiosidade de muita gente: como os jornalistas lidam com as informações e como, recorrendo a uma expressão que está nas ruas, ficam "sabendo de tanta sacanagem". Não é nos conventos e nos seminários — ainda que os informantes fossem aqueles padres do Eça de Queirós… Responderei em outros artigos, por exemplo, a uma questão espinhosa: "Se uma fonte criminosa passa uma informação verdadeira, relevante e de interesse público, mas que é fruto de um crime — grampo, por exemplo —, isso faz do jornalista cúmplice desse crime?" Mas fica para outro artigo.
Neste, quero retomar a questão da qualidade moral da fonte. Ora, mesmo que ela seja um assassino esperando a sentença de morte (exemplo verídico, relatado no livro "O jornalista e o Assassino", da americana Janet Malcolm), merece ser tratada com respeito. ATENÇÃO! Se a fonte não tem ética, isso é problema dela. A ética do jornalista não pode variar conforme a ética da fonte que está lhe dando informações. Ter o Papa como informante não nos faz santos. Ter um corrupto como informante não nos corrompe, pouco importa se falamos com ele 10 ou 10 mil vezes.
Um eventual maledicente que chegou até aqui poderia indagar: "Ah, então você permitiria que um criminoso escrevesse no seu blog, Reinaldo?" Não! De jeito nenhum! Vagabundo dando opinião no meu blog sob o pretexto da pluralidade? Nunca! Se quiser me passar uma informação que seja do interesse público, seguirei o roteiro que estabeleci até aqui. Não terá nada em troca. Mas também a este assunto pretendo voltar.
Os lobos em pele de cordeiro
A canalha, também aquela da esgotosfera, do subjornalismo a soldo, está fazendo o trabalho dos totalitários e dos demônios: a inversão moral, que transforma o certo em errado, o bem em mal. No post abaixo, vocês verão dois exemplos escandalosos dessa prática. Um deles apela ao discernimento da própria presidente Dilma Rousseff. Não digo que essa gente perdeu a vergonha porque não se perde o que não se tem. Lamento pelos totalitários! Lamento pelos demônios! Terão de suportar a imprensa livre e independente.
(Por Reinaldo Azevedo)
domingo, 15 de abril de 2012
REGULAMENTO DO 1º FESTIVAL FACE DE DEUS DE MÚSICA CRISTÃ E EDUCATIVA
I – PROMOÇÃO E REALIZAÇÃO
O Festival de Música é uma promoção da Associação Cultural Banda Face de Deus, sediada em Passa Tempo/MG, onde acontecerá a etapa final do festival.
II – LOCAL E DATA
Será realizado no dia 01 de julho de 2012 (domingo), em Passa Tempo/MG, com início às 13h. Pedimos que cada participante esteja no local com uma hora de antecedência para acertos necessários.
III – OBJETIVOS
O referido Festival tem por objetivos principais:
A – Incentivar a criatividade musical;
B – Promover intercâmbio cultural;
C – Descobrir e valorizar novos talentos;
D – Difundir essa cultura como um dos meios de expressão artística do nosso povo;
E – Evangelizar através da arte;
F – Promover integração, a cultura de paz e a cidadania.
IV – REGULAMENTO PARA MÚSICA
CAPÍTULO 1 – DAS INSCRIÇÕES
ART 1º – Poderão inscrever-se quaisquer compositores ou intérpretes amadores do Brasil, e que cumpram as exigências do presente regulamento.
ART 2º – As músicas inscritas deverão "ser inéditas" e "originais", entendendo-se:
A – Por inédita, música que nunca tenha sido editada e gravada em CD/DVD comercializadas nacionalmente;
B – Por originais, a música não plagiada;
C – A letra deverá se enquadrar no estilo "música mensagem cristã ou educativa".
ART 3º - O festival tem como caráter o estilo "livre" de música, permitindo a liberdade, portanto dos seus participantes, seja ele, solo, banda, ministério ou grupo, na forma, estilo musical, ritmo e conteúdo das composições musicais.
ART 4º – Cada concorrente, compositor ou intérprete poderá inscrever no máximo 03 músicas, podendo classificar apenas 01 música entre a pré-seleção das 10 melhores que será a grande final.
PARAGRAFO ÚNICO – As inscrições devem ser realizadas via correio ou email para:
ASSOCIAÇÃO CULTURAL BANDA FACE DE DEUS
RUA ANTÔNIO GURGEL, 49.
CEP: 35537-000
CENTRO - PASSATEMPO/MG
OU PELO EMAIL: elvis.alencar@hotmail.com
ART 5º – Para inscrição é indispensável:
A – Letra da música, digitada, constando o nome da música e do autor;
B – Ficha de inscrição devidamente preenchida em letra de forma legível ou digitada;
C – Um CD, DVD (vídeo) ou arquivo mp3 com a música gravada na íntegra e em condições ideais de audição, e se possível com todos os componentes, para melhor avaliação prévia.
ART 6º – O material de inscrição passará a integrar o acervo da Associação. Por isso, ele não será devolvido, independente de ser classificado ou não.
ART 7º – A taxa de inscrição será de R$ 10,00 por música, que deverá ser paga via depósito bancário para:
NOME: ELVIS ALENCAR DE ANDRADE
AG: 2411-2
C/P: 9217-7
BANCO DO BRASIL S/A
PARÁGRAFO 1º – O prazo para as inscrições será até dia 15 de junho de 2012.
PARÁGRAFO 2º - Ao enviar via correio ou email sua inscrição, anexar cópia do comprovante bancário (Xerox ou digitalizado).
CAPÍTULO 2 – DA SELEÇÃO E DO JULGAMENTO
ART 8º – As músicas inscritas até o prazo (15/06/2012) passarão por uma seleção prévia através do material enviado, sendo julgadas pela Comissão Organizadora do Festival com seu respectivo Presidente. O resultado da prévia sairá no dia 20 de junho de 2012, no blog: http://facededeus-pt.blogspot.com.br ou na página do Facebook da Associação e a Comissão Organizadora informará os classificados por telefone ou email até o dia 22 de junho de 2012. Aqueles que não obtiverem o resultado até a data estipulada considerem-se automaticamente desclassificados.
PARÁGRAFO ÚNICO – A música inscrita e aprovada na seleção prévia deverá ter a sua participação confirmada pelo telefone 037 33351813/33351558 ou 37 88226006/9923454, ou por email: elvis.alencar@hotmail.com até o dia 25 de junho de 2012, caso contrário será automaticamente desclassificada.
ART 9º – O Festival de Música será realizado em duas etapas:
A – Prévia com CD, DVD gravado ou arquivo mp3;
B – Grande final, no dia 01 de julho de 2012, às 13h, com "apresentação única" dos concorrentes, dos quais serão premiados os três, dos dez selecionados.
ART 10º – O julgamento levará em consideração: letra, música, interpretação, arranjo musical e conteúdo cristão e educativo.
ART 11º – A classificação das músicas e distribuição dos prêmios ficará a cargo de um júri composto por 5 membros convidados pela Comissão Organizadora.
PARÁGRAFO ÚNICO – Ao presidente da Comissão Organizadora caberá à direção dos trabalhos de julgamento e também o voto de desempate (Minerva).
ART 12º – O júri deverá atribuir notas de 0 (zero) a 10 (dez), não sendo admitidas frações.
CAPÍTULO 3 – DA PREMIAÇÃO
ART 13º – As 10 (dez) melhores canções classificadas na grande final, serão premiadas nas seguintes formas:
1º Lugar – R$ 500,00 + troféu;
2º Lugar – R$ 200,00 + troféu;
3º Lugar – R$ 100,00 + troféu;
Troféu para os 07 classificados restantes;
Troféu para a torcida mais animada;
Certificado de participação para todos os inscritos.
TROFÉU VICENTE DE PAULA ROCHA "O ROCHINHA" – para o participante mais popular e que conquistou a simpatia do público presente. Será julgado pelo júri, público presente e pela comissão organizadora.
CAPÍTULO 4 – DAS DIPOSIÇÕES FINAIS
ART 14º – Os concorrentes deverão trazer seus próprios instrumentos de corda, sopro, percussão, teclados, sintetizadores, acessórios: captadores, afinadores, cabos, pedais, baquetas, pratos de efeito, etc. A Comissão Organizadora, fornecerá aparelhos de som, cubo para guitarra, baixo, teclado, violão e a bateria.
PARÁGRAFO 1º – A organização não fornecerá aparelhos de amplificação para instrumentos especiais (do tipo clássico, metais e etc.), ficando a utilização dos mesmos de inteira responsabilidade do concorrente.
PARÁGRAFO 2º - No interesse por mais de uma inscrição de música, a Comissão Organizadora do Festival autoriza a cópia da ficha de inscrição.
PARÁGRAFO 3º - O festival por ser cristão e educativo, visa à integração, a cultura de paz e a cidadania, por isso não permitirá a perturbação da ordem, palavras de baixo calão, confusões, brigas ou congêneres, que acarretará na desclassificação dos participantes envolvidos.
ART 15º - O som será passado uma única vez, pelos músicos da Banda Face de Deus ligados à Associação que não irá participar do festival por ser tratar da entidade realizadora do evento. Qualquer participante que vai trazer outros instrumentos como percussão e sopro terá que chegar de manhã para passagem de som.
PARÁGRAFO 1º - Cada participante terá direito de acertar seu som com uma música conhecida a título de intérprete e escolha do participante e que não fará jus à premiação.
ART 16º - Os casos omissos, ou seja, não contemplados nesse regulamento, serão decididos, soberanamente, pela Comissão Organizadora não cabendo recursos contra suas decisões.
PARÁGRAFO ÚNICO – Qualquer dúvida, item mal explicado ou ambíguo presente neste regulamento poderá ser sanado ou revisto pela comissão organizadora pelo email: elvis.alencar@hotmal.com ou pelos telefones: 037 33351813/33351558 e 37 88226006/99234541.
PASSA TEMPO, 15 DE ABRIL DE 2012.
ELVIS ALENCAR DE ANDRADE
PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO CULTURAL BANDA FACE DE DEUS E DA COMISSÃO ORGANIZADORA.
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